Anulação de Intercomunhão com a Igreja Católica Ortodoxa Popular.

Inúmeras vezes nos deparamos com bispos nacionais que tentam copiar a CNBB e o CELAM. Esse tipo de organização só teria sentido se houvesse um verdadeiro desprendimento do poder autoritário que tem diversos bispos americanos, católicos, porém que sonham imitar as Conferências Episcopais de cada país, reunindo bispos das diferentes denominações.
A experiência tem demonstrado que nunca, no caso do Brasil se vingou as organizações, pois quando se depara com costumes e visões eclesiais, logo se percebe que o ego do clericalismo vem a tona.
É relevante ressaltar que essas tais conferências tendem a se organizar em detrimento das experiências negativas que ao nosso ver se tornou um erro promocional de alguns bispos nacionais, loucos em determinar o pensamento, as atitudes e a veracidade de alguns.
Igrejas que vivem querendo dominar as outras pessoas que não são seus membros organizam as entidades, os conselhos ou conferências, com uma rigidez que nem a CNBB produz entre seus Bispos.
As Conferências Episcopais da Igreja Romana são organismos da própria Igreja Romana. Tem somente bispos, mas que hora, fizeram surgir outras Conferências, tais como, os religiosos e leigos. 
Por que será que ainda tentamos alertar sobre os riscos de algumas práticas teimosas entre os Bispos nacionais? 
Devido o violento ataque dos clérigos romanos ao clero independente, quem mais estão perdendo essa guerra, são os leigos dessas igrejas. Se vêem em torno de uma guerra entre padres que não possam se envolver, porque esses sacerdotes, cometem o erro de não deixarem que seus leigos se envolvam na defesa de sua fé.
Significa dizer, que nas igrejas nacionais os leigos não tem protagonismo! Nada participam e seguem nesse caminho sem luz. 
Um dos Primazes da tal Igreja se apavorou quando afirmamos que não repetiria esse erro de caminhar, totalmente equivocada. Pensar que vamos ter uma unidade nesse espírito divisor, a qual rege nossas igrejas católicas como seguirmos no caminho do respeito as propostas que foram apontados no caminho, ou seja, mostrar para os outros que somos unidos, somente para favorecer o ego de alguns.
A verdadeira unidade está no respeito com as diferentes igrejas e precisamos convergir dentro do aspecto que delas se aproximam. Querer reunir ortodoxos com o mesmo horizonte de quem não vivência os mesmos problemas, assim como, igrejas evangélicas ou evangelicais. Nunca foram consideradas falsas por Roma e seus padres. Por não representar ameaça a sua fé.
Não se mistura Anglicanos com Ortodoxos e Evangélicos sem um propósito. Seria imitar o CMI, ou no Brasil, o CONIC. 
Uma vez alguém nos disse que quem mexe nesse caldo de sopa quente acabará queimando a própria boca. Assim somos vistos. 
Mas o valor está no fortalecimento de um ideal: a liberdade religiosa que acompanha os direitos humanos. Linda relação, a qual fazem o caminho nossos irmãos da OICANAR.
A OICANAR, poderia sim, nesse contexto ser uma entidade abraçada por todos os católicos Apostólicos nacionais e independentes, mostrando a verdadeira face do Evangelho libertador de Jesus e o caminho da sua Igreja.
O seu maior obstáculo, na nossa opinião está no centralismo dos bispos nacionais do Brasil que querem trilhar todo o caminho, descartando o papel dos padres, religiosos e dos leigos. 
A Igreja de Cristo é uma comunidade, a própria unidade entre todos nós e os problemas enfrentados são sofridos por toda a Igreja, não só pelo clero.
Ora, o nosso contexto temos muito o que aprender com isso, temos o Santo Sínodo Episcopal que na essência é a nossa CNBB. Claro que nas igrejas anglicanas, suas Comunhões tem um papel relevante.
O caminho está já traçado nas próprias organizações de cada igreja, não podemos esquecer, mas se torna preciso organizar algo melhor. 
Defendemos aqui a OICANAR e quem não achar justo a defesa dessa organização, precisa rever historicamente, que o caminho nasce em ser igreja como uma totalidade e nunca em parte.
Foi por causa dessa defesa que na noite de ontem enfrentamos xingamentos num total desrespeito aos nossos ideais da parte do seu líder. Por essa razão, nos manteremos distantes aos personalismos de tais lideranças.
Logo, ao longo da história saberão quem está com a razão.

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